Alarme renovado<br>na construção civil
Ao fim de três meses, as propostas sindicais que o secretário de Estado das Obras Públicas aceitou ainda não foram materializadas, o que pode levar ao desemprego de milhares de trabalhadores do sector.
O alerta foi dado pelo Sindicato da Construção do Norte e Viseu, dia 8, numa conferência de imprensa em que reafirmou a urgência de concretizar a transformação do IP4 e do IP3. A par destas, a estrutura sectorial da CGTP-IN vai ainda insistir com o Governo para que avancem obras em escolas, hospitais, esquadras e museus, em vergonhoso estado de degradação; novas linhas do Metro do Porto, nomeadamente para Valbom; construção de bairros sociais de qualidade e de lares dignos para idosos; reparação e conservação de pontes; modernização da linha férrea; construção de itinerários secundários para melhor servir as populações das aldeias.
A falta de trabalho tem levado milhares de portugueses a emigrar, muitas vezes em condições extremamente precárias.
Na semana passada, a Guardia Civil espanhola anunciou que, em várias localidades de Navarra, libertou 91 trabalhadores «de um regime de escravatura encoberta». Os 79 portugueses, oito espanhóis, dois angolanos, um moçambicano e um polaco trabalhavam na agricultura e recebiam entre 10 e 15 euros por semana, enquanto os angariadores ficavam com a maior parte dos cerca de seis euros que as empresas pagavam, por hora, aos angariadores.
O alerta foi dado pelo Sindicato da Construção do Norte e Viseu, dia 8, numa conferência de imprensa em que reafirmou a urgência de concretizar a transformação do IP4 e do IP3. A par destas, a estrutura sectorial da CGTP-IN vai ainda insistir com o Governo para que avancem obras em escolas, hospitais, esquadras e museus, em vergonhoso estado de degradação; novas linhas do Metro do Porto, nomeadamente para Valbom; construção de bairros sociais de qualidade e de lares dignos para idosos; reparação e conservação de pontes; modernização da linha férrea; construção de itinerários secundários para melhor servir as populações das aldeias.
A falta de trabalho tem levado milhares de portugueses a emigrar, muitas vezes em condições extremamente precárias.
Na semana passada, a Guardia Civil espanhola anunciou que, em várias localidades de Navarra, libertou 91 trabalhadores «de um regime de escravatura encoberta». Os 79 portugueses, oito espanhóis, dois angolanos, um moçambicano e um polaco trabalhavam na agricultura e recebiam entre 10 e 15 euros por semana, enquanto os angariadores ficavam com a maior parte dos cerca de seis euros que as empresas pagavam, por hora, aos angariadores.